Recent Posts


Recado

PoPipe HeadShop.

Inspirado nas modernas headshops e na cultura smoking espalhadas pelo continente europeu, a PoPipe traz ao Brasil alguns dos melhores artigos utilizados ao redor do mundo.

420 Wear ,go green !

Referência em moda cannabica e com um objetivo único no mercado, unir a moda a nossa causa , e a só ganhar com isso.

GreenSheepGrowShop.com

.

sábado, 26 de maio de 2012

Admita, proibicionistas, a Cannabis é mais importante que você!


Você pode não fumar maconha, mas talvez seja uma pessoa que se preocupa com o planeta. Além disso, a verdade é que que a extração das fibras da Cannabis é um importante aliado no que conhecemos como desenvolvimento sustentável. É inegável que a Cannabis é uma planta que possui mais benefícios à sociedade do que malefícios.  A desinformação é que causa toda esta demonização da planta.
Segundo o sempre lembrado e um dos maiores ativistas da Maconha que já existiu, Jack Herer já ponderava que de 1740 até 1940, 80% de toda Maconha/Cânhamo/Canabis do mundo era cultivada e industrializada pelos Cossacos e exportada pela Rússia.
De 75% a 90% de todo papel usado desde 100 AC até 1883 era feito de Maconha/Cânhamo/Canabis. Livros (incluindo Bíblias), dinheiro e jornais ao redor do mundo eram principalmente feitos de Maconha/Cânhamo/Canabis.
Há 125 anos atrás, de 70% a 90% de toda corda, barbante, cabos, velas de navios, lonas, tecidos, roupas etc., eram feitos de fibra de Maconha/Cânhamo/Canabis, que foi substituída pela invenção da fibra petroquímica feita pela DuPont em 1937.
A fibra da Maconha/Cânhamo/Canabis é 4 vezes mais macia que a do algodão, 4 vezes mais quente, 4 vezes mais absorvente, 3 vezes mais elástica, muito mais durável, é retardante de chamas e não precisa de pesticidas nem adubação.
Cinqüenta por cento de todos os pesticidas produzidos são usados no algodão. Hoje 1% das terras americanas são cobertas por algodão.
A Maconha/Cânhamo/Canabis é como planta, a maior fonte de saúde e cura do nosso planeta e não usa pesticida e herbicida. É a mais saudável planta para o consumo humano e para o próprio planeta, já que ela é totalmente sustentável, além do que, mesmo que muitos relutem, principalmente os proibicionistas, a canabis é sim mais importante que você! Legalize a canabis para todos os bens!

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Marcha da Maconha chega ao fim em SP sem incidentes, diz PM

Passeata teve início às 16h25 e durou pouco mais de duas horas.
PM estima que cerca de dois mil manifestantes participaram do ato.

Márcio Pinho Do G1 SP

Manifestante se fantasia de maconha durante concentração para a marcha que pede a liberação da droga  (Foto: Cristiano Novais/CPN/AE)Manifestante se fantasia de maconha durante concentração para a marcha que pediu a liberação da droga (Foto: Cristiano Novais/CPN/AE)
                                                                                                                                                                            A  Marcha da Maconha, realizada na tarde deste sábado (19), durou pouco mais de duas horas e acabou às 18h30 na Praça da República, no Centro de São Paulo. Ao contrário do ano passado, em que os manifestantes e policiais entraram em confronto, a edição deste ano não teve nenhuma ocorrência, de acordo com a Polícia Militar. De acordo com o capitão Antonio Genivaldo, cerca de duas mil pessoas participaram da passeata, que começou por volta das 16h25 na Avenida Paulista.
Os organizadores do evento também comemoraram a forma como a passeata transcorreu e forneceram uma estimativa bem mais otimista de público, de 10 mil pessoas. Eles argumentaram que, devido ao grande número de manifestantes, foram necessários cerca de 20 minutos para que toda a passeata deixasse a Rua Augusta até a Consolação pela Rua Antônio de Queiroz.
Segundo a advogada Juliana Machado, de 28 anos, uma das organizadoras, a passeata foi pelo fim da política de guerra às drogas. "Queremos uma política que promova saúde, informação, debate, que as pessoas possam plantar, usar a maconha com os mesmos direitos de usar orégano, por exemplo, cigarro ou bebidas alcoólicas. Além do que há outros benefícios, como os medicinais", disse.
Os manifestantes levaram faixas, cartazes e camisetas pedindo a legalização da maconha. A maioria do público era formada por jovens. No vão do Masp, eles assistiram a palestras sobre a história da maconha e questões judiciais. Às 16h25, iniciaram a marcha que acabou ocupando três faixas da Paulista, e não duas, como pretendia a PM. A interdição foi feita pela própria polícia e pela Companhia de Engenharia de Tráfego (CET).
Durante o percurso, entoaram rimas como “Maconha é natural, coxinha é que faz mal!” e “Legaliza”. Vários se destacaram com fantasias relativas à maconha, como o estudante João Pedro Trope, fantasiado de “baseado”, segundo ele. “Tem que legalizar para não tomarmos esculacho da polícia e para combater a forma como traficantes hoje arrecadam dinheiro”, disse.
Quem ficou parado no trânsito esperando a marcha passar aproveitou para criticar as mudanças pretendidas pelos manifestantes. “Acho que há 1.001 coisas mais importantes para fazer protestos. Mas tudo bem. É um direito deles. Só que dei muito azar de ser o primeiro a ser parado”, afirmou o zelador Daniel Alves. Ele conduzia o veículo que liderava a fila dos que esperavam a liberação do trânsito na Rua Dona Antônia de Queiroz.
ConcentraçãoNo início da marcha, a polícia estimava que cerca de 1.700 manifestantes deram início ao ato, que pediu a liberação da droga no país. De acordo com os organizadores do ato, eram mais de 2.000 pessoas no evento. Os participantes da marcha se concentraram no vão livre do Masp, na Avenida Paulista, e se dirigiram para a Rua Augusta, onde desceriam até a Rua Antônio Queiroz, em seguida até a Consolação e depois Praça da República.
A Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) interditou duas faixas da direita da pista sentido Consolação da Paulista para que os manifestantes pudessem dar início à marcha. Os organizadores reivindicavam que três faixas fossem bloqueadas.
Os manifestantes já se concentravam desde as 14h no vão do Masp à espera do início da edição 2012 da Marcha da Maconha. Com faixas, cartazes, bandeiras e tambores, eles pediam a legalização da maconha.
O capitão Genivaldo, policial responsável pela ação da PM durante o evento, passou de grupo em grupo avisando que os policiais iriam acompanhar a passeata e pedindo que os manifestantes não utilizem a droga para evitar confrontos.
Manifestantes começam a marchar para pedir a liberação da maconha na Avenida Paulista (Foto: Márcio Pinho/G1)Manifestantes começam a marchar para pedir a liberação da maconha na Avenida Paulista (Foto: Márcio Pinho/G1)


N
Neste caso, "Erva" (ou Weeds, no original), série que estreou discretamente na RTP2 na segunda-feira passada. Mantendo um bom equilíbrio entre drama e comédia, segue o dia-a-dia de uma mãe que, depois de ficar viúva, encontra no tráfico de marijuana a mais próspera forma de subsistência, actividade que contudo lhe traz alguns problemas de consciência e não só.
Com um olhar mais cru e seco sobre os subúrbios norte-americanos do que a comparável "Donas de Casa Desesperadas", "Erva" começou bem, com dois episódios marcados por uma escrita perspicaz e sem rodeios e um elenco em forma que inclui Mary-Louise Parker ou Elisabeth Perkins. Parece ser série a acompanhar, com mais dois episódios emitidos hoje pelas 22h40, e corre o risco de causar vício.

sexta-feira, 18 de maio de 2012


quinta-feira, 17 de maio de 2012

#Descriminaliza STF - Assine a Carta Para Acabar Com a Criminalização do Usuário!


Quem acompanha o Hempadão sabe que existe um processo em tramitação no STF, o RE 635659, que pode descriminalizar o porte de drogas para uso pessoal no Brasil. Ainda não é a sonhada legalização, mas é um passo importante para acabar de vez com o proibicionismo. Só que esse processo corre o risco de prescrever ainda esse ano e, se isto ocorrer, tudo continua na mesma até a entrada de uma nova ação na nossa Corte Suprema.


Ai a galera da Marcha da Maconha lançou um aplicativo para gerar uma mobilização de massa dos ativistas interessados no julgamento desta causa. O esquema é simples: basta entrar no site da Marcha, preencher um cadastro com seu nome e e-mail para disparar uma mensagem para o gabinete dos 11 ministros do STF. Você pode (e deve) ler a carta antes de confirmar o envio.

Já são mais de 5600 assinaturas. Mas esse número pode ser muito, mas muito, maior!


Como plantar maconha aquática numa câmara de borbulhamento

Pegue uma rama na metade da floração, corte rente ao caule fazendo um ângulo enviesado, é só cortar rente que isto já acontece naturalmente, corte sob borrifamento de água e mergulhe em seguida na solução recomenda de biofert raiz(ou qualquer outro hormâniop enraizador, tvz até vitamina b(tiamina) 600mg por litro d’água) pelo tempo máximo recomendado pelo fabricante, normalmente alguns minutos.Coloque a rama devidamente preparada, só com os toquinhos, imersa na água aerada com borbulhas, com uma gota de biofert raiz em um litro d’água, emirja os toquinhos na água e o hormônio auxina (AIB) fará com que nasçam raízes embaixo e folhas nos toquinhos acima.Claro que normalmente a energia da planta seria consumida fazendo as raízes e as folhas caírem, e secariam pela transferência de nutris, principalmente nitrogênio, mas com a adubação hormonal e presença de microelementos que catalisarão ao máximo o aproveitamento e síntese de vitais usando os macroelementos elas devem manter-se bem até a formação das folhas submersas, que pode demorar pois não dá pra acelerar devido aos retrocessos que as auxinas podem vir a dar, por serem hormônios diferenciais, pois lidam com as diferenças de concentração entre as partes da planta.Mas com paciência, e se a teoria não estiver errada, ela deve criar folhas aquáticas, que podem até ser ligeiramente diferente das aéreas, podem até ter dificuldade pra florir e gerar hermafrodita (não tem porquê, a polinização na água é boa e o estresse não existe), pode até ter pouco teor de THC (não tem porquê a resina é a prova d’água), mas uma vez conseguida será um bom aviso sobre as condições de vida para a principal, aérea...
A parte que estiver fora d’água com as folhas ainda vivas após o crescimento das folhas e do enraizamento (não necessariamente nesta ordem), pode ser cortada se as folhas subaquáticas já estiverem bem desenvolvidas, submergir esta parte pode também ser uma opção, mas como ela está acostumada ao ar, corre-se o risco dela adoecer e passar alguma doença (somática que seja, quase psíquica até, ou seja desequilíbrio energético entre seus pontos de acupuntura), mas como tentativa é válida, mas não recomendada para a psicologia vegetal.
Ilumine com fluorescente cool white com 48W por 24 horas diretas de iluminação (24/0) contínua. Este processo pode levar mais tempo ou menos tempo que o normal, pois estará ligado a genéticas peculiares de adaptação entre as variedades e espécies.

Conheça o Óleo de Haxixe de Rick Simpson


Hoje, muitas pessoas que sofrem de doenças médicas e outras condições debilitantes são beneficiando as propriedades terapêuticas encontradas na maconha. Muitos diante dessa afirmação vão pensar apenas no método de fumar a maconha, mas da planta Cannabis, pode se tirar várias outras coisas, como a extração do óleo de haxixe, desenvolvido por Rick Simpson.
Óleo de haxixe é feito da planta da Cannabis (maconha) se utilizando de um solvente, como o álcool isopropílico. O solvente é utilizado para extrair o óleo de haxixe do resto da planta. Uma forma de extração do óleo é por trituração, até que a planta da maconha se transforme em um pó fino, logo após derramamos o solvente para o tubo com a maconha. Depois deste processo, os pedaços sólidos são discriminadas por solvente e o líquido restante é posto em descanso. Uma vez que o solvente foi completamente evaporado, o líquido em si é conhecido como o óleo de haxixe.
O óleo de haxixe pode ser consumido de várias formas, inclusive misturando-o em guloseimas. Pode-se também aplicar a substâncias no local de ferimentos causados por queimaduras ou até mesmo pelo câncer de pele.
O resultado da ingestão de óleo de haxixe é a maconha mais potente e de alta qualidade. Isso é benéfico para as pessoas que o usam por razões médicas e que querem fumar menos. Por exemplo, fazer óleo de haxixe separa cinzas, fibras vegetais, resinas e outros alcatrões das propriedades medicinais que estão normalmente presentes quando se fuma maconha, em um cigarro enrolado.
Por milhares de anos, a maconha tem sido usada como uma droga medicinal natural eficaz em todo o mundo, por pessoas de muitas culturas diferentes. Existem muitas propriedades medicinais que ajudam a aliviar uma variedade de doenças.  O Óleo de haxixe é uma forma de maconha que está ajudando muitas pessoas que sofrem e que estão em condições de Saúde debilitantes e angustiante.

terça-feira, 15 de maio de 2012

A Verdadeira história sobre o 4:20


Até agora a maioria das histórias sobre o 4:20 estão incorretas.
Pra quem não sabe o termo 4:20 se originou na Escola Secundária 
de San Rafael, em 1971, entre um grupo de cerca de uma dúzia de maconheiros sabichões que se chamavam os Waldos, . O termo era uma abreviação para a hora do dia o grupo se reunia, no campus perto da estátua de Louis Pasteur, para fumar maconha. Com a intenção de desenvolver sua própria língua discreta, eles fizeram o codigo 4:20 para uma hora de receber alta, e sua disseminação entre os membros da utilização de toda uma geração.
Então lá vamos nós, os pais de alguém lá fora, inventou o termo 4:20.
E lembre-se:
Não há 4:20 substâncias químicas em plantas daninhas. É cerca de 315, o número. vai para cima ou para baixo dependendo do que você está fumando.
4:20 não é o código policial ou Maryjane.
E essa merda toda sobre a Holanda e 4/20 sobre a existência de "hora do chá" para os fumantes não é verdade.

sábado, 12 de maio de 2012

Debate UFMG


Lutar pela legalização vai muito além de tentar mudar a lei que criminaliza aquele que compra ou vende uma erva. É preciso vencer a enorme barreira do preconceito que amarra o debate sincero e aberto sobre a questão. Até dentro da universidade, espaço tradicionalmente aberto a troca de ideias, o tema ainda encontra barreiras.

Com a cidade de Belo Horizonte no clima da repressão contra a Marcha a galera da Faculdade de Direito da UFMG convocou três professores da casa, que destrincharam a questão das drogas em mais de 3h de debate.

"Esse é um assunto que interessa a todos, já que qualquer pessoa sofre com a violência gerada pelo tráfico de drogas. E nesse mercado negro a maconha é de longe a droga mais vendida. É por esse e outros motivos que o debate sobre a legalização não pode ser classificado como sendo algo de menor importância", destacou o professor Tulio Vianna.

O contrapeso do debate ficou com Fernando Galvão. "Essa premissa que o fato de ser proibido desperta um maior interesse na droga é discutível. Seguindo essa linha podemos dizer que a descriminalização da maconha vai despertar o interesse das pessoas por outras drogas, já que a busca pelo proibido é sempre mais atraente."

Ai no meio do debate chegou o professor Virgílio de Mattos, que logo deixou a roda de conversa mais agitada. "Essa mania de proibir veio dos Estados Unidos, o mesmo país que já teve leis proibindo o orgasmo e e a bebida alcoólica. A proibição só gera benefício para o policial corrupto, para advogado desonesto, para o juiz pilantra e para o Ministério Público à-toa.

Quem também chamou atenção da galera foi um suposto P2 que observava e filmava tudo atentamente. Será que tudo isso é medo do avanço do debate?


   
  fonte : Hempadão

Divulgue

Twitter Delicious Facebook Digg Stumbleupon Favorites More